Alimentação saudável, tem como?

Quando nossos bebês começam a comer é uma grande alegria! Que mãe não fica boba fazendo aviãozinho ou vendo o filho se lambuzar de sopa até as orelhas?  É tudo uma festa, mas não esqueça: alimentação é assunto sério!

Como introduzir a alimentação?

Sempre procurei ter uma alimentação saudável. Na hora de introduzir os alimentos ao meu bebê fui me informar. Demorou, mas juntei de cada site uma informação: como introduzir os alimentos ao longo do primeiro ano, o que pode causar alergias e receitas saborosas e nutritivas. Depois conheci esse livro/curso maravilhoso que ajuda muito para fazermos da melhor forma a introdução alimentar, com vídeos das receitas, dicas de amamentação e muito mais, quem tiver disponibilidade vale o investimento! Você encontra aqui  ⇒https://go.hotmart.com/Q5116336Y.  Assim, fui seguindo a risca o cronograma proposto. Meu primeiro filho aceitou super bem as sopas sem sal, correu tudo bem. Missão cumprida!

A introdução alimentar da minha segunda filha não foi nem de perto fácil, como ela não aceitou sopa sem sal, tivemos que colocar um pouco. Logo queria a comida que nós estavamos comendo! Não tinha jeito de abrir a boca para a sopa dela. Meu filho mais velho dava pra ela o que estava comendo. Enfim, a introdução de várias coisas acabaram se antecipando. E o resultado? O paladar dela é bem exigente e saímos totalmente do cronograma. Me guiando pelas dicas de alimentação, fui fazendo o possível para ela aceitar as variedades.

A questão é que nem todos bebês são iguais. Ter informações adequadas e um planejamento ajudam muito, mas  radicalismos não ajudam nessas horas. O hábito de comer verduras, frutas e legumes exigirá um luta constante nos primeiros anos de vida, possivelmente até depois da adolescência. A melhor dica que tenho e  funciona muito bem é: respeitar os horários das refeições e não oferecer nada além de água nos intervalos, nem mesmo sucos. Assim você garante que a criança esteja com apetite na hora da refeição, um suco no meio da manhã pode arruinar o almoço e o resto do dia.

Fase da rejeição! Sim, ela existe!

Mesmo fazendo tudo conforme recomendado, entre 2 e 4 anos eles passam pela fase da rejeição. Atualmente com 3 anos, meu filho que comia tudo que colocasse no prato, resolveu negar diversos alimentos. Poderia facilitar para ele, dando o que ele queria, ou comprar essa briga. Resolvi comprar a briga.  Na maior parte dos dias ele come quase tudo sem reclamar. De tempos em tempos ele nega tudo, cospe e tem um ataque histérico pois eu não cedo.

Minha estratégia:

Não forço ele a comer, simplesmente não dou outra coisa. Se não quiser o que está no prato, vai ficar sem comer. Ele, mesmo que demore a se acalmar, acaba comendo e gostando. Às vezes penso que vou perder a paciência, verdade! Mas, se eu não puder me controlar, como vou exigir isso de uma criança aprendendo a lidar com as emoções? Lembrar isso me acalma e me ajuda a persistir nesse confronto.

Sei que as dificuldades não vão diminuir, logo ele vai querer tomar refrigerante, já que as balas já entraram no cardápio contra minha vontade há algum tempo. Em todos os lugares os maus hábitos alimentares são mantidos por diversas famílias. As propagandas e o comércio incentivando constantemente, é praticamente impossível proibir que nossos filhos acabem por comerem essas coisas.

Tranquila  e segura, hoje sei que meu papel é ensinar ele a comer o que é importante para ter saúde, torcer para o paladar dele se acostumar, tardar o máximo que puder a introdução desses “alimentos”  que “não alimentam”. Limitar doces, salgadinhos e afins para ocasiões especiais e não incluir na rotina alimentar. Não proibir, mas ensinar que temos que comer com moderação para não fazer mal.

Enquanto luto com o mais velho, minha pequena come tudo bem feliz, pena que logo essa fase passa e estarei travando duas lutas em todas refeições do dia. Mas espero que com esse artigo possa dar ânimo a outras mães a continuarem insistindo numa alimentação saudável, por mais trabalhoso e cansativo que seja, esse aprendizado fará diferença pro resto da vida!

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